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domingo, 1 de março de 2009

BAIXO CUSTO COM CUSTOS...


Lavabos dos aviões terão um sistema de moedas
Ryanair cobra 1 euro para WC
A transportadora aérea de baixo custo Ryanair – que opera várias rotas a partir de Portugal – vai passar a cobrar 1,12 euros a cada passageiro pela utilização das casas de banho dos aviões.
O presidente da companhia irlandesa, Michael O’Leary, afirmou à BBC que "estamos a estudar a possibilidade de instalar nas portas dos lavabos um serviço de moedas para que os passageiros paguem uma libra (1,12 euros)".
De referir ainda que a companhia aérea aboliu todos os balcões de vendas de bilhetes nos aeroportos de modo a canalizar para a Internet os seus clientes...
Com estas medidas, como é que os vôos da RYANAIR não podiam ser baratos?
Já sabem, se forem voar na RYANAIR façam as necessidades em terra... ou então andem com uns troquinhos, não vá ter uma necessidade física-fisiológica (como dizia um conterrâneo meu), imprevista, a meio de uma viagem.
Agora penso o seguinte: ou andamos com dinheiro Inglês (uma libra - que equivale a um euro e doze cêntimos) ou nos vôos da RYANAIR a tripulação vai ter de andar preparada para destrocar notas, e até moedas, a bordo... Penso eu de quê!

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

SERVIÇO INCOMPLETO

Frequentemente faço a viagem Porto - Condeixa-a-Nova (ou vice-versa) pela A1. Demoro cerca de 1 hora e vinte minutos, 1 hora e meia, desde que entro nos Carvalhos e saio em Condeixa. Nessa hora e vinte minutos, hora e meia, cerca de 40 minutos (ou seja, quase metade da viagem) circulo no meio de obras, com limite de velocidade de 80 km/h, com as vias mais estreitas, mau pavimento (resultado da passagem frequente de camiões), pó no ar das obras ou lama (esteja sol ou chuva)!

Sou a favor do chamado "utilizador - pagador", ou seja que as portagens nas Auto-Estradas sejam pagas. É claro que sou a favor quando existe uma alternativa válida, que neste caso nem existe pois a Estrada Nacional 1 é um caos (ISSO SÃO OUTRAS GUERRAS)!!! Mas para a A1 até abro uma excepção... ou abria. Não me conformo que pague um serviço quando não posso usufruir desse serviço na sua totalidade.

Qual o conceito de Auto-Estrada? Segurança e rapidez? Comodidade? Sustentabilidade? Conforto? Quando entramos numa Auto-Estrada a pagar, estamos a pagar esses factores: segurança, rapidez, conforto... Ora, se se verifica um melhoramento do referido serviço (OBRAS), se devido a essas OBRAS ficamos limitados nesse serviço, PORQUE É QUE CONTINUAM A COBRAR O MESMO? Porque é que o preço é o mesmo se eu não estou a usufruir do serviço na sua plenitude?

O que me surpreende é a Associação do Consumidor não tornar pública uma acção de protesto contra esta acção. Quem está a ser lesado? O consumidor! Sem querer empolar o caso, até penso que o Governo devia intervir neste assunto... mas o Governo parece estar mais preocupado em transformar todas as SCUTS (A29, A28, etc...) em Auto-Estradas a cobrar, "obrigando-nos" ou a percorrer as Estradas Nacionais (caóticas), ou a pagar (principescamente) um serviço, o que nos deixa num beco sem saída!

NOTA: Quero esclarecer que não faço parte de nenhum movimento contra as SCUTS ou Auto-Estradas. Muito mais haveria para falar: como a falta de alternativa às Auto-Estradas/SCUTS, o estado caótico do trânsito na Estrada Nacional 1. São temas que abordarei numa próxima oportunidade.